Patrícia Engel Secco. Ilustrações de Daniel Kondo
Editora Melhoramentos Série Amigos Especiais
força de vontade
A felicidade das borboletas Marcela é uma bailarina muito especial que não enxerga com os olhos, mas com o coração. Por isso, ela consegue superar seus obstáculos e conquistar seu sonhoMarcela adora música clássica. Ela diz que se sente tão bem quando ouve, mas tão bem, que pediu para a mãe matriculá-la em aulas de balé. No início, as pessoas estranharam, mas Marcela surpreendeu: aprendeu direitinho e mostrou que é possível vencer as dificuldades para fazer o que quer. E ela ficava tão feliz...
A professora ensinou-lhe todos os passos, assim como orientou as outras alunas sobre como ajudar a nova aluna a se orientar na sala e a dançar cada vez melhor. Afinal, elas iriam se apresentar no palco com um figurino lindo de borboletas ao som de uma melodia que dava a impressão de estarem voando. Só quem dança sabe.
Marcela tem nove anos e nasceu cega, por isso não sabia que bicho era esse. Suas amigas colocaram várias borboletas em suas mãos para que ela sentisse as asas e pudesse interpretar a mesma delicadeza no palco. Deu certo! Ela estreou toda bonita, guiada pela vontade de realizar o sonho e ouvindo, um pouco ansiosa, que a plateia estava lotada.
Na vida real, temos vários exemplos de bailarinos e bailarinas que não enxergam e dançam (balé, sapateado, dança moderna, de salão...) tão bem quanto qualquer outro. Aliás, você sabia que a cubana Alicia Alonso, uma das melhores bailarinas que já existiu, também tem sérios problemas de visão?
Os médicos aconselharam Alicia a abandonar o balé para sempre, mas é claro que ela não quis. Alicia chegou a ter que parar por um tempo, mas logo voltou a dançar e continuou a ser a maravilhosa bailarina que sempre foi, reconhecida no mundo todo. Seu balé preferido e mais bem dançado é “Giselle”, criado no século 19, em 1841, por Jean Coralli e Jules Perrot e considerado o mais difícil do mundo por exigir muita interpretação e leveza do elenco.
Foi com “Giselle” que a bailarina foi passou a ser reconhecida mundialmente, por ter dado um novo perfil à coreografia. Nascida em 1920, Alicia não dança mais, mas ensina todo o conhecimento que tem sobre balé a seus alunos. Uma vez, em entrevista a um jornalista que perguntou qual era a melhor coisa da vida, ela respondeu “a própria vida”.
E você, o que já fez para perseguir seus sonhos, apesar das dificuldades? Conte sua história aqui.
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amei...sou professora de balé e estava pesquisando sobre borboletas quando encontrei esse texto,que lindo!
parabéns...bjs
Olá meu nome é izabelle t5enho problema de crescimento então todos me chamam de tampinha,baixinha,nanica,anã.ficava muito triste,mas um dia resolvi parar com isso e comecei a me orgulhar de ser baixinha e fui ignorando oque as pessoas diziam des de então eles nunca mais implicaram comigo.Obrigada Bjs...
gente este texto é maniro eu tambem estava em umna computaçao lendo sua historias sao muito maneiro parebem olha eu adorei e quem for le tbm vai adora como eu parabens pelo seu suceso bjssss
escola municipal jose de calasanz sala 11
ola pessoal do meu planetinha!de manha eu estava no colego no conpudador lendo as historias e me amarrei nelas parabens pelo susseso!
Que lindo texto! É bom saber que existem pessoas que superam a própria existência.
A propósito, indico aos que ainda não conhecem: http://assimcomovoce.folha.blog.uol.com.br/
O Jairo é uma pessoa maravilhosa que prova que limite independe de condições físicas. Vale a pena conferir!
Um grande beijo!
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