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Cores vivas Conheça as incríveis lesmas-do-mar e veja por que elas são tão enfeitadasAlgumas têm cores fortes e estampas que, por incrível que pareça, fazem com que não sejam vistas. É que elas vivem entre corais e, com esse visual, conseguem se misturar ao ambiente. Outras podem mudar de cor para se camuflar. Para isso só precisam escolher a comida certa. Se almoçam esponjas amarelas, por exemplo, ficam amareladas e aí podem se misturar entre as esponjas. E existem espécies mais exibidas, que usam as cores como um alerta de perigo e veneno. Ao ver uma dessas lesmas, muitos animais já sabem que devem manter distância.
VOCÊ SABIA QUE...
As lesmas-do-mar também são chamadas de nudibrânquios, palavra que significa brânquias nuas? É que várias espécies possuem brânquias que podem parecer plumas em suas costas.
FICHA DO BICHO
Tamanho: de 3 milímetros a 50 centímetros de comprimento.
Alimentação: outros animais invertebrados, esponjas e cracas.
Tempo de vida: 1 ano.
Algumas espécies respiram por brânquias externas. Outras, através da pele, que permite a entrada de oxigênio e a saída de gás carbônico.
Os olhos são tão minúsculos que é difícil localizá-los. A visão é bem fraca.
A boca fica na parte de baixo do corpo e possui uma estrutura com pequenos dentes.
As antenas ou tentáculos captam odores e percebem movimentos ao redor.
O pé, chamado de sola, se move fazendo ondulações e dá impulso para nadar ou rastejar.
ALGUMAS ESPECIES CURIOSAS
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Comida selecionadas: A Flabelina iodonea escolhe pequenos animais alaranjados para comer e por isso parte de seu corpo é dessa cor.
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Ótima nadadora: Algumas lesmas só rastejam, mas outras, como a Nembrotha megalocera, nadam movendo o corpo..
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Lesma de pijama: A Hypselodoris lajensis vive no Brasil e é conhecida como pijaminha por causa das listras.
CONSULTORIA: ALEXANDRE PIMENTA e VINICIUS PADULA (pesquisadores do Museu Nacional/UFRJ), CARLO MAGENTA (doutorando em Medicina Veterinária e Zootecnia pela USP), CARLOS H. S. CAETANO (prof. do depto. de Zoologia da Unirio), CLÁUDIO G. TIAGO (prof. do Centro de Biologia Marinha da USP), LUIZ R. L. SIMONE e VANESSA S. DO AMARAL (pesquisadores do Museu de Zoologia da USP) e RAFAEL FORTES (biólogo pela UFRJ).
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