celulose animal
Papel de caca
A reciclagem do esterco produzido por elefantes, riquissimo em fibras vegetais, está virando papel e com perfume de rosas!
Priscilla Santos
Revista Vida Simples – 04/2009
Quem acompanha as invenções para diminuir o uso de recursos naturais volta e meia abre um sorriso diante de uma ideia brilhante - mesmo que, a princípio, pareça de se jogar fora. Seguindo o exemplo de um projeto pioneiro do Centro de Conservação de Elefantes da Tailândia, a marca britânica The Great Elephant Poo Poo Paper fabrica papéis reciclados usando a fibra encontrada no poo (cocô) dos trombudos. Muito lógico: os elefantes digerem apenas 60% dos 130 a 270 quilos de comida que abocanham diariamente. Logo, eliminam todo dia cerca de 100 quilos de caquinha riquíssima em fibras vegetais, fonte de celulose, devido a sua dieta vegetariana. O material é coletado em centros de pesquisa de elefantes, lavado, esterilizado e misturado a outras fibras, como as da bananeira e do abacaxi. Depois, é seco e cortado em folhas que viram itens de papelaria.
Parte do lucro é revertido ao estudo e preservação dos paquidermes. A ideia, que ainda impede o corte de árvores, vem se alastrando. Já existe papel feito da caca de ovelhas e renas do País de Gales, de ursos pandas da Tailândia e, em breve, da China. Até o cocô de cangurus foi testado na Tasmânia. Agora, a pergunta que não cala: e fede? Os fabricantes juram que não. Só se for aroma floral, como o de uma edição de outra marca britânica. "Agora podemos orgulhosamente alardear que somos a única companhia do mundo cuja caca literalmente cheira a rosas", dizem.
Veja mais no site da Vida Simples:
Conheca alguns fabricantes de “poo paper”, ou papel de caca, em:
www.revistavidasimples.com.br
Veja mais no site do Planeta:
Cadernos de elefante
Assista um video sobre a fabricação deste papel
Quem acompanha as invenções para diminuir o uso de recursos naturais volta e meia abre um sorriso diante de uma ideia brilhante - mesmo que, a princípio, pareça de se jogar fora. Seguindo o exemplo de um projeto pioneiro do Centro de Conservação de Elefantes da Tailândia, a marca britânica The Great Elephant Poo Poo Paper fabrica papéis reciclados usando a fibra encontrada no poo (cocô) dos trombudos. Muito lógico: os elefantes digerem apenas 60% dos 130 a 270 quilos de comida que abocanham diariamente. Logo, eliminam todo dia cerca de 100 quilos de caquinha riquíssima em fibras vegetais, fonte de celulose, devido a sua dieta vegetariana. O material é coletado em centros de pesquisa de elefantes, lavado, esterilizado e misturado a outras fibras, como as da bananeira e do abacaxi. Depois, é seco e cortado em folhas que viram itens de papelaria.
Parte do lucro é revertido ao estudo e preservação dos paquidermes. A ideia, que ainda impede o corte de árvores, vem se alastrando. Já existe papel feito da caca de ovelhas e renas do País de Gales, de ursos pandas da Tailândia e, em breve, da China. Até o cocô de cangurus foi testado na Tasmânia. Agora, a pergunta que não cala: e fede? Os fabricantes juram que não. Só se for aroma floral, como o de uma edição de outra marca britânica. "Agora podemos orgulhosamente alardear que somos a única companhia do mundo cuja caca literalmente cheira a rosas", dizem.
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