planeta terra
Circuito final
De 20 a 50 milhões de toneladas de lixo tecnológico são produzidas por ano no mundo, segundo a ONU. No Brasil, a maior parte dessa sucata vai parar nos lixões. Mas PCs, celulares, baterias e companhia também podem virar pó, tinta e até arte
Por Kátia Arima
Revista Info Exame - 02/2009
BATERIA TRITURADA
Todos os meses, 700 toneladas de baterias e pilhas chegam à Suzaquim, empresa de reprocessamento, em Suzano (SP). O plástico que pode ser aproveitado é separado. O material que sobra passa por um processo químico e depois é queimado em um forno a 1300 graus Celsius
AS CORES DO PÓ
As baterias incineradas na indústria de reciclagem resultam em óxido de sais metálicos, usados para fazer corantes para a fabricação de tintas.
ADEUS, MONITOR!
Cerca de um quilo de chumbo pode ser encontrado dentro de um único monitor CRT de 17 polegadas. Se o destino for um lixão, o solo pode ser contaminado. A Ativa Reciclagem, sediada em Guarulhos (SP), recebe 30 mil toneladas de monitores e lâmpadas por ano. O material tóxico é tratado e o vidro é destinado à indústria de cerâmica.
ESCULTURA
Oficinas de robótica e de arte usam o lixo tecnológico como matéria-prima, organizadas pela ONG paulista Metareciclagem. “Aproveitamos materiais de descarte para produzir conhecimento”, diz o artista plástico e educador Glauco Paiva, voluntário do projeto. A cada semana, 80 pessoas participam das oficinas, inclusive crianças.
DESCONSTRUÇÃO
Máquinas caça-níqueis apreendidas pela polícia se amontoam na sede da ONG Oxigênio, em Guarulhos (SP). Lá, elas viram material de laboratório para os alunos do curso de montagem de computadores. Oitenta jovens de comunidades carentes são atendidos por ano. “Terminado o curso, todos acabam trabalhando na área”, diz Ariovaldo Ribeiro Novaes, coordenador do Centro de Reciclagem de Computadores de São Paulo, administrado pela Oxigênio.
BATERIA TRITURADA
Todos os meses, 700 toneladas de baterias e pilhas chegam à Suzaquim, empresa de reprocessamento, em Suzano (SP). O plástico que pode ser aproveitado é separado. O material que sobra passa por um processo químico e depois é queimado em um forno a 1300 graus Celsius
AS CORES DO PÓ
As baterias incineradas na indústria de reciclagem resultam em óxido de sais metálicos, usados para fazer corantes para a fabricação de tintas.
ADEUS, MONITOR!
Cerca de um quilo de chumbo pode ser encontrado dentro de um único monitor CRT de 17 polegadas. Se o destino for um lixão, o solo pode ser contaminado. A Ativa Reciclagem, sediada em Guarulhos (SP), recebe 30 mil toneladas de monitores e lâmpadas por ano. O material tóxico é tratado e o vidro é destinado à indústria de cerâmica.
ESCULTURA
Oficinas de robótica e de arte usam o lixo tecnológico como matéria-prima, organizadas pela ONG paulista Metareciclagem. “Aproveitamos materiais de descarte para produzir conhecimento”, diz o artista plástico e educador Glauco Paiva, voluntário do projeto. A cada semana, 80 pessoas participam das oficinas, inclusive crianças.
DESCONSTRUÇÃO
Máquinas caça-níqueis apreendidas pela polícia se amontoam na sede da ONG Oxigênio, em Guarulhos (SP). Lá, elas viram material de laboratório para os alunos do curso de montagem de computadores. Oitenta jovens de comunidades carentes são atendidos por ano. “Terminado o curso, todos acabam trabalhando na área”, diz Ariovaldo Ribeiro Novaes, coordenador do Centro de Reciclagem de Computadores de São Paulo, administrado pela Oxigênio.