balanço positivo
Segunda edição do Planeta no Parque faz sucesso
Entre os dias 10 e 19 de outubro, mais de 700 mil pessoas passaram pelo Parque do Ibirapuera, se envolveram com as atividades do evento realizado pelo Planeta Sustentável e terminaram o passeio com mais consciência de como diminuir os impactos sobre a natureza em uma grande cidade
Por Thays Prado
Planeta Sustentável - 20/10/2008
O Planeta no Parque foi aberto na manhã ensolarada do dia 10 de outubro, uma sexta-feira, ao som de pífanos de uma banda pernambucana. As primeiras das muitas crianças que passariam pelo Ibirapuera nos 10 dias seguintes, foram recebidas pelos educadores e monitores contratados especialmente para orientá-las e supri-las de informações durante as diversas atividades que as esperavam.
Na abertura, ninguém melhor do que, Eduardo Jorge, secretário do Verde e do Meio Ambiente da cidade de São Paulo, para lembrar que o tema da sustentabilidade deve estar constantemente em pauta. O prefeito Gilberto Kassab também prestigiou o evento no primeiro domingo e deixou a frase “Plante uma cidade limpa e colha uma cidade linda” registrada na base de Cidadania e Coexistência.
Pelo parque, diversas placas espalhadas traziam informações relacionadas ao impacto que causamos no meio ambiente e nas grandes cidades. Com cores diferentes, elas marcavam três percursos – Cidadania e Coexistência, Mobilidade e Consumo –, cada um concluído por cerca de dois mil visitantes e mais de 1.500 crianças de escolas públicas e particulares da capital paulista. Todo mundo que percorreu os trajetos levou para casa paper-toys exclusivos e sacolas ecológicas.
As cerca de 700 mil pessoas que passearam pelo parque nos dias de evento tiveram sua atenção despertada por um balanço de 1,5 m de altura feito de bambu, um fusca amarelo cheio de plantas e a palavra “Luxo”, formada por lixo reciclável – instalações artísticas preparadas pelos arquitetos do centro de criação Bijari e os educadores da Política do Impossível. Passando pela Ponte do Sapateiro, os visitantes também se surpreenderam com os quatro artistas e o engenheiro-alpinista que habitaram algumas árvores durante os dez dias do evento.
Oficinas educativas ensinaram cerca de 1.300 pessoas a fazer compostagem, fabricar o próprio terráreo, utilizar sucata para construir instrumentos musicais, confeccionar cavalinhos e outros brinquedos com garrafas pet e a produzir livrinhos com historinhas que envolviam o respeito ao meio ambiente e aos cidadãos. Além das brincadeiras nos estandes dos patrocinadores do evento, as crianças – e as crianças grandes – assistiram a peças de teatro e ouviram histórias ecologicamente corretas. Algumas tardes ainda foram animadas com o batuque do Afro Reggae.
Ficou curioso? Confira os vídeos do evento (Planeta no Parque 2008, Percurso Mobilidade, Percurso Consumo e Percurso Cidadania). Ainda não participou do Planeta no Parque ou já está com saudade? Fique tranqüilo, no ano que vem tem mais!
O Planeta no Parque foi aberto na manhã ensolarada do dia 10 de outubro, uma sexta-feira, ao som de pífanos de uma banda pernambucana. As primeiras das muitas crianças que passariam pelo Ibirapuera nos 10 dias seguintes, foram recebidas pelos educadores e monitores contratados especialmente para orientá-las e supri-las de informações durante as diversas atividades que as esperavam.
Na abertura, ninguém melhor do que, Eduardo Jorge, secretário do Verde e do Meio Ambiente da cidade de São Paulo, para lembrar que o tema da sustentabilidade deve estar constantemente em pauta. O prefeito Gilberto Kassab também prestigiou o evento no primeiro domingo e deixou a frase “Plante uma cidade limpa e colha uma cidade linda” registrada na base de Cidadania e Coexistência.
Pelo parque, diversas placas espalhadas traziam informações relacionadas ao impacto que causamos no meio ambiente e nas grandes cidades. Com cores diferentes, elas marcavam três percursos – Cidadania e Coexistência, Mobilidade e Consumo –, cada um concluído por cerca de dois mil visitantes e mais de 1.500 crianças de escolas públicas e particulares da capital paulista. Todo mundo que percorreu os trajetos levou para casa paper-toys exclusivos e sacolas ecológicas.
As cerca de 700 mil pessoas que passearam pelo parque nos dias de evento tiveram sua atenção despertada por um balanço de 1,5 m de altura feito de bambu, um fusca amarelo cheio de plantas e a palavra “Luxo”, formada por lixo reciclável – instalações artísticas preparadas pelos arquitetos do centro de criação Bijari e os educadores da Política do Impossível. Passando pela Ponte do Sapateiro, os visitantes também se surpreenderam com os quatro artistas e o engenheiro-alpinista que habitaram algumas árvores durante os dez dias do evento.
Oficinas educativas ensinaram cerca de 1.300 pessoas a fazer compostagem, fabricar o próprio terráreo, utilizar sucata para construir instrumentos musicais, confeccionar cavalinhos e outros brinquedos com garrafas pet e a produzir livrinhos com historinhas que envolviam o respeito ao meio ambiente e aos cidadãos. Além das brincadeiras nos estandes dos patrocinadores do evento, as crianças – e as crianças grandes – assistiram a peças de teatro e ouviram histórias ecologicamente corretas. Algumas tardes ainda foram animadas com o batuque do Afro Reggae.
Ficou curioso? Confira os vídeos do evento (Planeta no Parque 2008, Percurso Mobilidade, Percurso Consumo e Percurso Cidadania). Ainda não participou do Planeta no Parque ou já está com saudade? Fique tranqüilo, no ano que vem tem mais!