exposição
Frans Krajcberg: revolta em forma de arte
Aos 87 anos, o escultor faz sua primeira grande exposição em São Paulo. Com materiais retirados de queimadas ilegais em florestas, sua intenção é denunciar as atrocidades que o ser humano comete contra a natureza
Por Thays Prado
Planeta Sustentável - 28/10/2008
Árvores destruídas pelas queimadas e pigmentos extraídos da terra: essas são as matérias primas do trabalho do escultor Frans Krajcberg, 87 anos, que está em cartaz na Oca, no Parque do Ibirapuera, em São Paulo, em sua primeira grande exposição na cidade.
[img1] Até o dia 14 de dezembro, os visitantes poderão ver de perto 65 esculturas feitas com troncos queimados e 40 fotografias que revelam a destruição da natureza, obras que Krajcberg não chama de arte, mas de “revolta, meu grito contra a barbárie que o homem pratica”, como disse em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo de 22 de outubro.
O propósito deste precursor da arte ecológica é trazer à tona a consciência das pessoas – especialmente dos brasileiros – sobre a caótica situação do planeta em termos ambientais, sociais e econômicos.
Seu trabalho é inspirado no Manifesto do Rio Negro – em 1978, o documento lançou as bases conceituais do naturalismo, uma nova consciência ambiental e existencial – e chama a atenção para o extermínio da Amazônia. A exposição faz parte das comemorações do sexagenário do Museu de Arte Moderna de São Paulo e a entrada é franca.
Museu de Arte Moderna de São Paulo na OCA
Exposição “Frans Krajcberg: Natura” – subsolo
Curadoria do artista
Parque do Ibirapuera, portão 3, São Paulo
Terça a Domingo
10h às 18h
(11) 5083 0519
Árvores destruídas pelas queimadas e pigmentos extraídos da terra: essas são as matérias primas do trabalho do escultor Frans Krajcberg, 87 anos, que está em cartaz na Oca, no Parque do Ibirapuera, em São Paulo, em sua primeira grande exposição na cidade.
[img1] Até o dia 14 de dezembro, os visitantes poderão ver de perto 65 esculturas feitas com troncos queimados e 40 fotografias que revelam a destruição da natureza, obras que Krajcberg não chama de arte, mas de “revolta, meu grito contra a barbárie que o homem pratica”, como disse em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo de 22 de outubro.
O propósito deste precursor da arte ecológica é trazer à tona a consciência das pessoas – especialmente dos brasileiros – sobre a caótica situação do planeta em termos ambientais, sociais e econômicos.
Seu trabalho é inspirado no Manifesto do Rio Negro – em 1978, o documento lançou as bases conceituais do naturalismo, uma nova consciência ambiental e existencial – e chama a atenção para o extermínio da Amazônia. A exposição faz parte das comemorações do sexagenário do Museu de Arte Moderna de São Paulo e a entrada é franca.
Museu de Arte Moderna de São Paulo na OCA
Exposição “Frans Krajcberg: Natura” – subsolo
Curadoria do artista
Parque do Ibirapuera, portão 3, São Paulo
Terça a Domingo
10h às 18h
(11) 5083 0519