MENOS É MAIS
Prefeitura de SP realiza o 2º Leilão de Créditos de Carbono
A segunda negociação de títulos obtidos com as Reduções Certificadas de Emissões (RCEs) - também chamadas de créditos de carbono - da Prefeitura de São Paulo foi marcada para este mês, na sede da BM&F/Bovespa
Por Roberta Ávila
Planeta Sustentável - 10/09/2008
713 mil RCEs - Reduções Certificadas de Emissões. Esta é a quantidade de créditos de carbono que a Prefeitura da Cidade de São Paulo irá leiloar no próximo dia 25 de setembro, na Bovespa – Bolsa de Mercados e Futuros, exatamente um ano depois de sua entrada nesse mercado. Os títulos foram obtidos pelo controle da emissão de gases causadores do efeito estufa em dois aterros sanitários:
- o Bandeirantes, na Zona Norte, responsável pela geração de 454.343 créditos e
- o São João, localizado na Zona Leste, onde foi poupada a produção de outras 258.657 toneladas de carbono.
Cada um dos aterros possui uma usina termoelétrica que capta gases como o metano e o gás carbônico - produzidos pela decomposição do lixo - e os usa para produzir energia elétrica. O número de créditos de carbono é equivalente à quantidade de gás que deixou de ser enviada para a atmosfera, ou seja, 713 mil toneladas. Juntos, o aterro Bandeirantes e o São João produzem 370 mil MW/h de energia por ano, o suficiente para abastecer uma cidade de 750 mil habitantes.
Walter Aluísio Moraes Rodrigues, secretário municipal de Finanças, espera que o valor atingido com o leilão das RCEs seja ainda maior do que o obtido no primeiro leilão de RCEs, mesmo com uma quantidade menor de créditos de carbono sendo vendida.
No 1º Leilão, em 26 de setembro de 2007, foram vendidos 808.450 créditos de carbono para o banco holandês Fortis Bank que pagou 16,20 euro/tonelada, o maior valor oferecido pelos 14 participantes. O total arrecadado foi de 13.096.890 euros ou 34 milhões de reais. Esse dinheiro foi utilizado pela Prefeitura para construir praças e viabilizar outros projetos que ainda estão em fase de licitação e que têm como objetivo melhorar a vida da comunidade ao redor do aterro Bandeirantes.
713 mil RCEs - Reduções Certificadas de Emissões. Esta é a quantidade de créditos de carbono que a Prefeitura da Cidade de São Paulo irá leiloar no próximo dia 25 de setembro, na Bovespa – Bolsa de Mercados e Futuros, exatamente um ano depois de sua entrada nesse mercado. Os títulos foram obtidos pelo controle da emissão de gases causadores do efeito estufa em dois aterros sanitários:
- o Bandeirantes, na Zona Norte, responsável pela geração de 454.343 créditos e
- o São João, localizado na Zona Leste, onde foi poupada a produção de outras 258.657 toneladas de carbono.
Cada um dos aterros possui uma usina termoelétrica que capta gases como o metano e o gás carbônico - produzidos pela decomposição do lixo - e os usa para produzir energia elétrica. O número de créditos de carbono é equivalente à quantidade de gás que deixou de ser enviada para a atmosfera, ou seja, 713 mil toneladas. Juntos, o aterro Bandeirantes e o São João produzem 370 mil MW/h de energia por ano, o suficiente para abastecer uma cidade de 750 mil habitantes.
Walter Aluísio Moraes Rodrigues, secretário municipal de Finanças, espera que o valor atingido com o leilão das RCEs seja ainda maior do que o obtido no primeiro leilão de RCEs, mesmo com uma quantidade menor de créditos de carbono sendo vendida.
No 1º Leilão, em 26 de setembro de 2007, foram vendidos 808.450 créditos de carbono para o banco holandês Fortis Bank que pagou 16,20 euro/tonelada, o maior valor oferecido pelos 14 participantes. O total arrecadado foi de 13.096.890 euros ou 34 milhões de reais. Esse dinheiro foi utilizado pela Prefeitura para construir praças e viabilizar outros projetos que ainda estão em fase de licitação e que têm como objetivo melhorar a vida da comunidade ao redor do aterro Bandeirantes.