na tomada
A força da eletricidade
Uma safra de carros elétricos como nunca se viu está mais perto das ruas do que se imagina
Por Iuri Pitta e Simone Tobias
Revista Quatro Rodas - 01/08/2008
Recarregar qualquer carro na tomada de casa não soa mais como ficção científica, mas ainda parece cena de um futuro distante. No que depender da indústria automotiva, a idéia é chegar lá o quanto antes. Os motores elétricos são uma opção cada vez mais forte entre as alternativas para a produção de carros menos poluentes.
A tendência vale tanto para empresas de nicho – como a norueguesa Think, fabricante do compacto City, ou a americana Tesla – quanto para as grandes montadoras. Praticamente todas desenvolvem modelos que vão poder ser recarregados em qualquer tomada elétrica. Estudos prevêem que, em 2015, a Europa produzirá 250000 carros elétricos por ano, enquanto os Estados Unidos podem chegar a 2020 com uma frota de 1 milhão de veículos com baterias recarregáveis.
Nessa corrida, a Mitsubishi é uma das mais adiantadas. Seu modelo i-MiEV deve chegar às lojas do Japão em 2009 – a previsão inicial era 2010. A Nissan e a Renault já atuam em um projeto em Israel e firmaram um acordo semelhante em Portugal. O objetivo da marca japonesa é lançar nos Estados Unidos um hatch e um sedã compacto movidos a eletricidade em 2010. Entre as alemãs, BMW e Mercedes-Benz já testam motores elétricos nos compactos Mini e Smart.
PROATIVIDADE
As capitais européias querem mais carros elétricos nas ruas. Londres criou uma rede de 12 pontos de recarga. O dono do veículo paga 75 libras (240 reais) por ano para “reabastecer” à vontade e tem direito a vagas exclusivas nas ruas. A prefeitura de Paris quer criar, até 2009, um esquema de aluguel de 4000 veículos elétricos igual ao de bicicletas comunitárias. O usuário paga uma mensalidade e pode dirigir esses carros de um estacionamento a outro em seus deslocamentos pela cidade.
NA REDE
Além da autonomia e do tempo de recarga, outro desafio para os carros elétricos é a produção de eletricidade dos países, que precisa suportar o consumo extra. Nos EUA, se 20% da frota passasse a usar baterias recarregáveis, o sistema ainda daria conta da demanda.
Recarregar qualquer carro na tomada de casa não soa mais como ficção científica, mas ainda parece cena de um futuro distante. No que depender da indústria automotiva, a idéia é chegar lá o quanto antes. Os motores elétricos são uma opção cada vez mais forte entre as alternativas para a produção de carros menos poluentes.
A tendência vale tanto para empresas de nicho – como a norueguesa Think, fabricante do compacto City, ou a americana Tesla – quanto para as grandes montadoras. Praticamente todas desenvolvem modelos que vão poder ser recarregados em qualquer tomada elétrica. Estudos prevêem que, em 2015, a Europa produzirá 250000 carros elétricos por ano, enquanto os Estados Unidos podem chegar a 2020 com uma frota de 1 milhão de veículos com baterias recarregáveis.
Nessa corrida, a Mitsubishi é uma das mais adiantadas. Seu modelo i-MiEV deve chegar às lojas do Japão em 2009 – a previsão inicial era 2010. A Nissan e a Renault já atuam em um projeto em Israel e firmaram um acordo semelhante em Portugal. O objetivo da marca japonesa é lançar nos Estados Unidos um hatch e um sedã compacto movidos a eletricidade em 2010. Entre as alemãs, BMW e Mercedes-Benz já testam motores elétricos nos compactos Mini e Smart.
PROATIVIDADE
As capitais européias querem mais carros elétricos nas ruas. Londres criou uma rede de 12 pontos de recarga. O dono do veículo paga 75 libras (240 reais) por ano para “reabastecer” à vontade e tem direito a vagas exclusivas nas ruas. A prefeitura de Paris quer criar, até 2009, um esquema de aluguel de 4000 veículos elétricos igual ao de bicicletas comunitárias. O usuário paga uma mensalidade e pode dirigir esses carros de um estacionamento a outro em seus deslocamentos pela cidade.
NA REDE
Além da autonomia e do tempo de recarga, outro desafio para os carros elétricos é a produção de eletricidade dos países, que precisa suportar o consumo extra. Nos EUA, se 20% da frota passasse a usar baterias recarregáveis, o sistema ainda daria conta da demanda.