MAGRELA E EFICIENTE
Bicicleta se destaca no Desafio Intermodal, novamente
Em setembro, a ONG Transporte Ativo realizou, no Rio de Janeiro, o Desafio Intermodal 2009, uma experiência sobre o cotidiano da mobilidade carioca, em cada meio de transporte. A bicicleta foi o veículo com melhor desempenho, mas a opção mais rápida foi a que conjugou metrô e bicicleta pública
Gabriela Varanda
Planeta Sustentável – 21/09/2009
Às 18h do dia 10 de setembro, em pleno horário de saída de trabalho, partindo da Central do Brasil, no Centro, em direção à Praça Antero de Quental, no bairro do Leblon, Zona Sul da cidade, quatorze participantes se distribuíram em 13 modais: táxi, carro, moto, ônibus, a pé, bicicleta masculino, bicicleta feminina, bicicleta na ciclovia, metrô e ônibus integração, metrô e ônibus comum, metrô e bicicleta dobrável, metrô e skate, e por fim, metrô e bicicleta pública.
O objetivo era medir tempo, despesa de deslocamento (gastos com passagem ou combustível), energia primária consumida, poluição atmosférica (CO, HC e NOx) e gás carbônico (CO2), para cada uma dessas categorias, no trajeto planejado. “Além disso, incluímos também uma avaliação subjetiva, que aferiu, junto aos participantes, itens como segurança, conforto e praticidade do meio de transporte utilizado”, explica José Lobo, presidente da ONG Transporte Ativo.
Os resultados divulgados pela ONG revelam que, no ranking geral, o modal com melhor desempenho foi a bicicleta na ciclovia que, apesar de não apresentar o melhor tempo – levou 70 minutos para completar o percurso –, é uma alternativa não poluente e foi bem avaliada nos itens de segurança, conforto e praticidade. Ocupando as três colocações seguintes, aparecem os modais bicicleta feminino, metrô e bicicleta pública e metrô e bicicleta dobrável. É interessante notar ainda que a opção mais rápida foi aquela que conjugou metrô e a bicicleta pública do sistema Samba, permitindo completar o trajeto em 49 minutos. A moto, por exemplo, levou 55 minutos para percorrer o mesmo itinerário.
“Acho que o mais importante para nós é observar que, desde 2006, ano em que começamos a realizar o Desafio Intermodal no Rio, a bicicleta vem acumulando bons resultados como meio de transporte”, avalia José Lobo. O relatório obtido é também divulgado para a Prefeitura do Rio de Janeiro, com o intuito de apoiar políticas públicas para melhoria do sistema de transporte na cidade. E, pelo jeito, é bom apostar na destemida magrela.
Às 18h do dia 10 de setembro, em pleno horário de saída de trabalho, partindo da Central do Brasil, no Centro, em direção à Praça Antero de Quental, no bairro do Leblon, Zona Sul da cidade, quatorze participantes se distribuíram em 13 modais: táxi, carro, moto, ônibus, a pé, bicicleta masculino, bicicleta feminina, bicicleta na ciclovia, metrô e ônibus integração, metrô e ônibus comum, metrô e bicicleta dobrável, metrô e skate, e por fim, metrô e bicicleta pública.
O objetivo era medir tempo, despesa de deslocamento (gastos com passagem ou combustível), energia primária consumida, poluição atmosférica (CO, HC e NOx) e gás carbônico (CO2), para cada uma dessas categorias, no trajeto planejado. “Além disso, incluímos também uma avaliação subjetiva, que aferiu, junto aos participantes, itens como segurança, conforto e praticidade do meio de transporte utilizado”, explica José Lobo, presidente da ONG Transporte Ativo.
Os resultados divulgados pela ONG revelam que, no ranking geral, o modal com melhor desempenho foi a bicicleta na ciclovia que, apesar de não apresentar o melhor tempo – levou 70 minutos para completar o percurso –, é uma alternativa não poluente e foi bem avaliada nos itens de segurança, conforto e praticidade. Ocupando as três colocações seguintes, aparecem os modais bicicleta feminino, metrô e bicicleta pública e metrô e bicicleta dobrável. É interessante notar ainda que a opção mais rápida foi aquela que conjugou metrô e a bicicleta pública do sistema Samba, permitindo completar o trajeto em 49 minutos. A moto, por exemplo, levou 55 minutos para percorrer o mesmo itinerário.
“Acho que o mais importante para nós é observar que, desde 2006, ano em que começamos a realizar o Desafio Intermodal no Rio, a bicicleta vem acumulando bons resultados como meio de transporte”, avalia José Lobo. O relatório obtido é também divulgado para a Prefeitura do Rio de Janeiro, com o intuito de apoiar políticas públicas para melhoria do sistema de transporte na cidade. E, pelo jeito, é bom apostar na destemida magrela.