economia de baixo carbono
Empresas Pelo Clima
Centro de Estudos em Sustentabilidade da FGV lança plataforma EPC – Empresas Pelo Clima, para empresas que queiram fazer seu inventário de emissões de gases de efeito estufa e criar um marco regulatório para uma economia de baixo carbono
Thays Prado
Planeta Sustentável - 19/10/2009
No dia 8 de outubro, o GVces – Centro de Estudos em Sustentabilidade da Fundação Getúlio Vargas lançou a plataforma EPC – Empresas pelo Clima, que reúne empresas já signatárias do GHG Protocol, com o objetivo de propor um marco regulatório para o setor que se baseie em uma economia de baixo carbono.
Além de trocar ideias e soluções entre si, os signatários serão capacitados a construir estratégias, políticas internas e a fazer sistemas de gestão de emissões de carbono. Também se espera que eles realizem estudos, promovam eventos que discutam como cada área – agronegócio, energia, florestas, indústria, serviços e transporte – deve agir diante de um cenário de mudanças climáticas e produzam policy papers para orientar políticas públicas adequadas. As empresas da plataforma ainda devem enviar sugestões ao governo em relação às negociações internacionais sobre clima.
Um fórum que será realizado quatro vezes ao ano deve formatar, ao final, uma proposta do setor empresarial brasileiro em relação a uma economia mais sustentável. Os empresários ainda contam com o apoio de um conselho consultivo formado por nomes relevantes no tema das mudanças climáticas.
As empresas que aderem ao EPC se comprometem a publicar anualmente seu inventário de emissões de gases de efeito estufa, nos moldes do GHG Protocol, já que o programa considera que esse diagnóstico é o que possibilita verificar e combater os problemas de cada signatária, mitigando emissões e gerando mais eficiência em cada ponto da cadeia de valor.
O EPC faz parte da rede internacional do Corporate Leader Group, da Universidade de Cambridge, na Inglaterra, liderado pelo Príncipe de Gales.
Durante o lançamento do programa, também foram divulgados os dados dos inventários das 27 empresas que fizeram parte do primeiro ano do GHG Protocol: elas emitiram 85,2 milhões de toneladas de CO2e, o que corresponde a 3,8% do que o país emitiu no ano de 2005 ou a 8,5%, se descontadas as emissões provenientes de desmatamento e uso do solo.
Os detalhes dos inventários de cada uma das empresas signatárias está disponível no site do GVces.
No dia 8 de outubro, o GVces – Centro de Estudos em Sustentabilidade da Fundação Getúlio Vargas lançou a plataforma EPC – Empresas pelo Clima, que reúne empresas já signatárias do GHG Protocol, com o objetivo de propor um marco regulatório para o setor que se baseie em uma economia de baixo carbono.
Além de trocar ideias e soluções entre si, os signatários serão capacitados a construir estratégias, políticas internas e a fazer sistemas de gestão de emissões de carbono. Também se espera que eles realizem estudos, promovam eventos que discutam como cada área – agronegócio, energia, florestas, indústria, serviços e transporte – deve agir diante de um cenário de mudanças climáticas e produzam policy papers para orientar políticas públicas adequadas. As empresas da plataforma ainda devem enviar sugestões ao governo em relação às negociações internacionais sobre clima.
Um fórum que será realizado quatro vezes ao ano deve formatar, ao final, uma proposta do setor empresarial brasileiro em relação a uma economia mais sustentável. Os empresários ainda contam com o apoio de um conselho consultivo formado por nomes relevantes no tema das mudanças climáticas.
As empresas que aderem ao EPC se comprometem a publicar anualmente seu inventário de emissões de gases de efeito estufa, nos moldes do GHG Protocol, já que o programa considera que esse diagnóstico é o que possibilita verificar e combater os problemas de cada signatária, mitigando emissões e gerando mais eficiência em cada ponto da cadeia de valor.
O EPC faz parte da rede internacional do Corporate Leader Group, da Universidade de Cambridge, na Inglaterra, liderado pelo Príncipe de Gales.
Durante o lançamento do programa, também foram divulgados os dados dos inventários das 27 empresas que fizeram parte do primeiro ano do GHG Protocol: elas emitiram 85,2 milhões de toneladas de CO2e, o que corresponde a 3,8% do que o país emitiu no ano de 2005 ou a 8,5%, se descontadas as emissões provenientes de desmatamento e uso do solo.
Os detalhes dos inventários de cada uma das empresas signatárias está disponível no site do GVces.