defensores do clima
Que venha a economia limpa
Esse é o lema da nova campanha do WWF, que recebeu o apoio de mais de quinze empresas líderes de mercado para pressionar os governos a assinarem, em Copenhague, um pacto global que seja eficaz na redução da emissão de gases do efeito estufa
Débora Spitzcovsky
Planeta Sustentável - 15/07/2009
No dia 7 de julho, teve início, na Itália, uma reunião do G8 para discutir o acordo climático global que deve ser assinado até o final de 2009, em Copenhague, para definir as metas mundiais de redução da emissão de gases causadores do efeito estufa.
Para pressionar os governos de todo o mundo e, em especial, as grandes potências – tão responsáveis pela poluição da atmosfera – a assinarem um pacto climático eficaz, o WWF – maior organização de conservação do mundo – está lançando a campanha “Let the Clean Economy Begin” (“Permitam o Início da Economia Limpa”).
A iniciativa, que recebeu o apoio de dezenove empresas líderes de mercado – incluindo Johnson & Johnson, Nike, Lafarge, Tetra Pak, Nokia, HP e Coca-Cola –, será divulgada amplamente em vários meios de comunicação para estimular bons resultados na Convenção sobre Mudanças Climáticas das Nações Unidas, que acontece em dezembro.
Para participar da campanha, o WWF convidou, apenas, multinacionais que já incorporaram, de alguma forma, a inovação às suas práticas empresariais, fazendo com que seus negócios prosperassem, enquanto a emissão de gases poluentes era reduzida. A ideia é que essas empresas, denominadas pela organização como “Defensoras do Clima”, passem a seguinte mensagem aos políticos: “Nós conseguimos fazer isso. Agora, é a sua vez!”.
“Tradicionalmente, os governos definem metas ambientais para as empresas. Desta vez, com a nossa campanha, haverá uma inversão dos papéis. Muitas empresas que são líderes mundiais saíram na frente e estão exigindo que os governos apresentem um modelo criterioso para reduzir as emissões de CO2 em todo o mundo”, disse o presidente do WWF, Oliver Rapf.
No dia 7 de julho, teve início, na Itália, uma reunião do G8 para discutir o acordo climático global que deve ser assinado até o final de 2009, em Copenhague, para definir as metas mundiais de redução da emissão de gases causadores do efeito estufa.
Para pressionar os governos de todo o mundo e, em especial, as grandes potências – tão responsáveis pela poluição da atmosfera – a assinarem um pacto climático eficaz, o WWF – maior organização de conservação do mundo – está lançando a campanha “Let the Clean Economy Begin” (“Permitam o Início da Economia Limpa”).
A iniciativa, que recebeu o apoio de dezenove empresas líderes de mercado – incluindo Johnson & Johnson, Nike, Lafarge, Tetra Pak, Nokia, HP e Coca-Cola –, será divulgada amplamente em vários meios de comunicação para estimular bons resultados na Convenção sobre Mudanças Climáticas das Nações Unidas, que acontece em dezembro.
Para participar da campanha, o WWF convidou, apenas, multinacionais que já incorporaram, de alguma forma, a inovação às suas práticas empresariais, fazendo com que seus negócios prosperassem, enquanto a emissão de gases poluentes era reduzida. A ideia é que essas empresas, denominadas pela organização como “Defensoras do Clima”, passem a seguinte mensagem aos políticos: “Nós conseguimos fazer isso. Agora, é a sua vez!”.
“Tradicionalmente, os governos definem metas ambientais para as empresas. Desta vez, com a nossa campanha, haverá uma inversão dos papéis. Muitas empresas que são líderes mundiais saíram na frente e estão exigindo que os governos apresentem um modelo criterioso para reduzir as emissões de CO2 em todo o mundo”, disse o presidente do WWF, Oliver Rapf.