Confirmado!
Brasileira é a próxima relatora da ONU
Agora é oficial: a arquiteta e urbanista, Raquel Rolnik, é quem vai cuidar das questões referentes à moradia no mundo, a partir de maio
Por Thays Prado
Planeta Sustentável - 26/03/2008
[img01] O Conselho dos Direitos Humanos da ONU confirmou, hoje, que a arquiteta brasileira, Raquel Rolnik, é quem vai substituir o indiano Miloon Khotari na relatoria especial para assuntos relacionados ao direito à moradia no mundo.
Indicada pelo governo brasileiro em janeiro deste ano, Raquel foi uma das três selecionadas para ter seu nome sob consulta em diversos países e ONGs internacionais e, em seguida, recebeu apoio do próprio Conselho de Direitos Humanos para sua candidatura.
Desde que se formou, a arquiteta sempre trabalhou com questões políticas envolvendo o acesso à moradia e acabou se tornando internacionalmente conhecida. Grande conhecedora das iniciativas brasileiras nesse quesito, Raquel acredita que muitas delas podem ser replicadas em outros países. Para ela, o fato de ser brasileira e mulher também vai contribuir muito para seu bom desempenho no cargo.
A futura relatora deve se reunir com Khotari em abril e, em maio, assume o cargo oficialmente. Seu mandato dura três anos e pode ser renovado uma vez.
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Uma brasileira na ONU
[img01] O
Conselho dos Direitos Humanos da ONU confirmou, hoje, que a arquiteta brasileira, Raquel Rolnik, é quem vai substituir o indiano Miloon Khotari na relatoria especial para assuntos relacionados ao direito à moradia no mundo.
Indicada pelo governo brasileiro em janeiro deste ano, Raquel foi uma das três selecionadas para ter seu nome sob consulta em diversos países e ONGs internacionais e, em seguida, recebeu apoio do próprio Conselho de Direitos Humanos para sua candidatura.
Desde que se formou, a arquiteta sempre trabalhou com questões políticas envolvendo o acesso à moradia e acabou se tornando internacionalmente conhecida. Grande conhecedora das iniciativas brasileiras nesse quesito, Raquel acredita que muitas delas podem ser replicadas em outros países. Para ela, o fato de ser brasileira e mulher também vai contribuir muito para seu bom desempenho no cargo.
A futura relatora deve se reunir com Khotari em abril e, em maio, assume o cargo oficialmente. Seu mandato dura três anos e pode ser renovado uma vez.
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