Espaço Cultural CPFL
MDL e desenvolvimento sustentável
O Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL), que nasceu de proposta brasileira, é importante peça na sustentabilidade
O Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MLD), incluído no Protocolo de Kyoto, é um importante subsídio na busca do desenvolvimento sustentável ao promover eficiência e energias renováveis e projetos de reflorestamento, entre outras ações. A posição foi defendida pela geógrafa Branca Americano, durante suas reflexões sobre características e objetivos do Protocolo de Kyoto, no Espaço Cultural CPFL. A contribuição da geógrafa integra o elenco de atividades que a CPFL Energia está promovendo para um amplo debate em torno dos caminhos que podem ser trilhados até o desenvolvimento sustentável no Brasil e em escala global.
Branca Americano integra desde 1998 a Coordenação Geral de Mudança do Clima do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), integrando a delegação brasileira que participa das negociações referentes à Convenção do Clima e Protocolo de Kyoto.
Em suas reflexões, a geógrafa observou que o MDL foi instituído, no marco do Protocolo de Kyoto, a partir de uma proposta do Brasil. E o MDL, em sua opinião, tem importante contribuição para a meta estabelecida no Protocolo de redução em média de 5,2% das emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE) entre 2008 e 2012, em relação a 1990, pelos países do Anexo I (os países industrializados).
No caso do Brasil, os projetos candidatos ao MDL são examinados pela Comissão Interministerial de Mudança do Clima, composta por 11 ministérios, tendo o MCT na secretaria-executiva. Após o exame pela Comissão, o projeto candidato também é avaliado por uma certificadora internacional até o endosso pelo Conselho Executivo do MDL sediado em Bonn, Alemanha.
O Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MLD), incluído no Protocolo de Kyoto, é um importante subsídio na busca do desenvolvimento sustentável ao promover eficiência e energias renováveis e projetos de reflorestamento, entre outras ações. A posição foi defendida pela geógrafa Branca Americano, durante suas reflexões sobre características e objetivos do Protocolo de Kyoto, no Espaço Cultural CPFL. A contribuição da geógrafa integra o elenco de atividades que a CPFL Energia está promovendo para um amplo debate em torno dos caminhos que podem ser trilhados até o desenvolvimento sustentável no Brasil e em escala global.
Branca Americano integra desde 1998 a Coordenação Geral de Mudança do Clima do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), integrando a delegação brasileira que participa das negociações referentes à Convenção do Clima e Protocolo de Kyoto.
Em suas reflexões, a geógrafa observou que o MDL foi instituído, no marco do Protocolo de Kyoto, a partir de uma proposta do Brasil. E o MDL, em sua opinião, tem importante contribuição para a meta estabelecida no Protocolo de redução em média de 5,2% das emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE) entre 2008 e 2012, em relação a 1990, pelos países do Anexo I (os países industrializados).
No caso do Brasil, os projetos candidatos ao MDL são examinados pela Comissão Interministerial de Mudança do Clima, composta por 11 ministérios, tendo o MCT na secretaria-executiva. Após o exame pela Comissão, o projeto candidato também é avaliado por uma certificadora internacional até o endosso pelo Conselho Executivo do MDL sediado em Bonn, Alemanha.