


Desde sua privatização em 1997, a CPFL passou a investir na revisão e na melhoria contínua de seus processos. Como conseqüência, em 2001, tornou-se uma das únicas empresas de energia elétrica do mundo a possuir o certificado de qualidade total ISO 9001. A partir de 2002, conquistou também as certificações ISO 14001, SA 8000 e OHSAS 18001. Esse processo foi um indício da postura que a empresa iria imprimir, dali em diante, na busca da eficiência, qualidade total e diretrizes sustentáveis na sua gestão e relação com todos os públicos de relacionamento.
Assim, seus processos empresariais e organizacionais vêm sendo adaptados considerando as dimensões econômica, ambiental e social integradas ao planejamento estratégico de forma transversal, refletindo-se numa gestão diferenciada pelo diálogo com os diferentes stakeholders da CPFL Energia: de seus colaboradores e rede de fornecedores até os clientes e a sociedade em geral.
Como conseqüência inevitável da evolução dos processos, políticas e iniciativas para a melhoria da gestão da empresa, baseada nos princípios da ética, responsabilidade social corporativa, foi criada uma área específica de Sustentabilidade e Responsabilidade Corporativa, ligada à Diretoria de Comunicação Empresarial e Relações Institucionais. Seu objetivo: articular as diversas diretorias e áreas da empresa no engajamento desse processo. Vale, por isso, destacar algumas de suas iniciativas, aqui.
Redução de emissões de carbono
Como instrumento da gestão pautada nas premissas da sustentabilidade corporativa e visando a melhor relação de eficiência, ampliamos as ações relacionadas ao impacto das usinas hidrelétricas que operam, além do exigido, por instrumentos legais como os Estudos e Relatórios de Impacto Ambiental (EIAs-Rimas).
Por isso, uma de suas ações mais consistentes, nesse sentido, é o Projeto de Repotenciação e Modernização das Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs). Algumas de suas PCHs foram repotenciadas, resultando em um acréscimo de 10 megawatts (MW) na produção própria de energia, o que significa o uso mais eficiente de fontes energéticas renováveis. O processo se dá por meio da renovação ou instalação de novas turbinas, equipamentos periféricos e sistemas automatizados e, assim, aumenta a capacidade de geração de energia elétrica sem causar impacto ambiental adicional. Com isso, além de usar de forma mais eficiente os recursos hídricos, esse sistema contribui para evitar a geração de energia por outras fontes como as termoelétricas, que resultam na emissão de gases prejudiciais à atmosfera.
O processo de repotenciação das PCHs foi reconhecido pela Comissão Interministerial de Mudança Global do Clima e credenciou a CPFL Energia a receber Créditos de Carbono, por meio do Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL). Três das PCHs operadas pela empresa (Esmeril, Dourados e São Joaquim) foram repotenciadas entre 2001 e 2003. As PCHs Gavião Peixoto, Capão Preto e Chibarro estão em obras. Assim, a redução das emissões prevista para o período correspondente aos Créditos de Carbono obtidos pela CPFL por esse programa de repotenciação - no período de 2003 a 2012 - é de 189.600 toneladas de CO2 (estimado), sendo que o volume comercializado é de 112.000 toneladas de CO2 (estimado).
O Projeto de MDL estendido também a algumas Usinas Hidroelétricas, como é o caso da Ceran-Cia Energética Rio das Antas, em que uma das hidrelétricas - a UHE Monte Claro, com 130 MW de potência instalada - demonstra excelente relação potência gerada x área inundada, com possibilidade para geração de novos créditos de carbono. O programa deverá abranger, ainda, as UHEs Castro Alves e 14 de Julho, integrantes desse complexo, bem como a UHE Campos Novos. Só no Complexo Ceran, este Projeto contribuirá para a redução da emissão de 850 mil toneladas de CO2 e de outros GEEGases de Efeito Estufa.
Programa de neutralização
Será iniciado após amplo diagnóstico dos gases geradores do efeito estufa resultantes de suas atividades secundárias, em curso no edifício-sede da empresa, em Campinas (SP). A meta é emitir o mínimo possível mas, caso não seja possível, a compensação será feita por meio de outras alternativas como o plantio de árvores ou a manutenção de florestas em pé.
Redução de insumos
Com a intenção de aprimorar sua contribuição para a sustentabilidade, a CPFL Energia estabeleceu novas metas de redução de consumo de derivados de recursos naturais, como água, papel e a própria energia elétrica.
Também como parte da preocupação com o consumo consciente de produtos, o programa interno de coleta seletiva foi aprimorado, a partir de convênio firmado com uma cooperativa de reciclagem de Campinas. Além de fornecer o lixo separado para reciclagem, a CPFL Energia contribui para o aprimoramento da gestão da cooperativa e a capacitação de seus cooperados, de modo a que ela atue de forma mais eficiente.
[img01]Energia para o futuro
Como parte de sua visão ampla sobre a sustentabilidade e das próprias atribuições acompanhadas pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), a CPFL Energia quer ampliar sua contribuição para o desenvolvimento e uso de novas fontes de energia geradoras de eletricidade, como também o uso de produtos que utilizem energia de modo mais eficiente.
Uma das ações concretas nessa linha é o desenvolvimento do Projeto Veículo Elétrico, uma parceria CPFL, Itaipu e FIAT. Inicialmente, foram produzidos três veículos movidos a energia elétrica. Ainda em processo de aquisição estão quatro motocicletas elétricas Scooter, fabricadas pela montadora Bramount, na Zona Franca de Manaus, mais uma iniciativa para enfrentar ao aquecimento global.
Neste mesmo contexto, a CPFL Energia alinha seus programas de eficiência energética e lança um programa de substituição de geladeiras de comunidades de baixo poder aquisitivo, na Baixada Santista, por produtos mais eficientes em termos energéticos. Assim, os gases prejudiciais a atmosfera (CFC) dos equipamentos trocados terão manejo sustentável. Faz parte dos seus planos, também, a doação de 4 mil aquecedores solares - igualmente para comunidades de baixo poder aquisitivo - no interior de São Paulo. Em várias dessas comunidades, e especificamente em áreas de favelas, há tempos a empresa atua no sentido de reestruturar a distribuição local de eletricidade, visando o uso adequado pela população.
Programa de arborização envolve comunidades
A preservação da biodiversidade, sob grande ameaça em todo planeta, é um dos maiores desafios coletivos em sustentabilidade, no século 21. A CPFL Energia formulou um programa para a área associado à mitigação de suas atividades operacionais e à neutralização das emissões de carbono. É fundamentado em ampla distribuição de mudas de árvores nativas, na formação e manutenção de viveiros comunitários e no estímulo ao consumo de madeira certificada. A participação das comunidades locais, nas áreas geográficas de atuação da empresa, é essencial para a política de preservação da biodiversidade e ainda contribui para o desenvolvimento local e geração de renda.
Responsabilidade social corporativa
A premissa maior da CPFL Energia é a integração da Ética, Governança Corporativa e Sustentabilidade na sua gestão e planejamento estratégico, com relação aos programas específicos, além do Espaço Cultural a empresa também desenvolve outros direcionados ao desenvolvimento econômico, ambiental e social nas regiões onde a empresa atua. São três os principais programas nessa vertente:
Tear: Voltado para a sustentabilidade dos negócios de micro, pequenas e médias empresas. A idéia é fortalecer e aprimorar a gestão dessas empresas, por meio da transmissão de conhecimentos sistematizados em sustentabilidade e responsabilidade corporativa. O programa é realizado em parceria com o Instituto Ethos de Empresas e Responsabilidade Social e o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). No momento está em desenvolvimento um projeto-piloto com 10 empresas. O investimento previsto é de R$ 150 mil em três anos.
Conhecer e Crescer: Igualmente voltado para os negócios de micro, pequenas e médias empresas, por meio de informações disseminadas em seminários e workshops sobre sustentabilidade, nos quais o foco é a excelência na gestão e os princípios da Fundação Nacional da Qualidade. São parceiros do Programa: a Fundação Nacional da Qualidade, o SEBRAE, a HBR (Raverd Business Review), Instituto Ethos de Responsabilidade Social e são previstos investimentos na ordem de R$ 500 mil.
Revitalização de Hospitais Filantrópicos: Um dos grandes desafios para a área social no Brasil é a gestão mais eficiente no setor da saúde. A CPFL Energia contribui com o seu Programa de Revitalização de Hospitais Filantrópicos, que promove a transmissão de conhecimentos visando a gestão mais eficiente desses hospitais, situados nas áreas geográficas de atuação do grupo. Os hospitais filantrópicos beneficiados devem atender pelo SUS (Sistema Único de Saúde). No momento, há um projeto-piloto que envolve 19 hospitais nas regiões de Franca e Piracicaba, ambas no interior de São Paulo. Juntos, estes hospitais somam cerca de 900 leitos do SUS. O programa prevê a ampliação para mais duas regiões do Estado de São Paulo em 2008 e tem parceiros como o CEALAG (Centro de Estudo Augusto Leopoldo Ayrosa Galvão da Santa Casa de São Paulo), a UNESP de Botucatu e a FEHOSP (Federação das Santas Casas e Hospitais Beneficentes do Estado de São Paulo). São investidos cerca de R$ 900 mil ano.
Assim, seus processos empresariais e organizacionais vêm sendo adaptados considerando as dimensões econômica, ambiental e social integradas ao planejamento estratégico de forma transversal, refletindo-se numa gestão diferenciada pelo diálogo com os diferentes stakeholders da CPFL Energia: de seus colaboradores e rede de fornecedores até os clientes e a sociedade em geral.
Como conseqüência inevitável da evolução dos processos, políticas e iniciativas para a melhoria da gestão da empresa, baseada nos princípios da ética, responsabilidade social corporativa, foi criada uma área específica de Sustentabilidade e Responsabilidade Corporativa, ligada à Diretoria de Comunicação Empresarial e Relações Institucionais. Seu objetivo: articular as diversas diretorias e áreas da empresa no engajamento desse processo. Vale, por isso, destacar algumas de suas iniciativas, aqui.
Redução de emissões de carbono
Como instrumento da gestão pautada nas premissas da sustentabilidade corporativa e visando a melhor relação de eficiência, ampliamos as ações relacionadas ao impacto das usinas hidrelétricas que operam, além do exigido, por instrumentos legais como os Estudos e Relatórios de Impacto Ambiental (EIAs-Rimas).
Por isso, uma de suas ações mais consistentes, nesse sentido, é o Projeto de Repotenciação e Modernização das Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs). Algumas de suas PCHs foram repotenciadas, resultando em um acréscimo de 10 megawatts (MW) na produção própria de energia, o que significa o uso mais eficiente de fontes energéticas renováveis. O processo se dá por meio da renovação ou instalação de novas turbinas, equipamentos periféricos e sistemas automatizados e, assim, aumenta a capacidade de geração de energia elétrica sem causar impacto ambiental adicional. Com isso, além de usar de forma mais eficiente os recursos hídricos, esse sistema contribui para evitar a geração de energia por outras fontes como as termoelétricas, que resultam na emissão de gases prejudiciais à atmosfera.
O processo de repotenciação das PCHs foi reconhecido pela Comissão Interministerial de Mudança Global do Clima e credenciou a CPFL Energia a receber Créditos de Carbono, por meio do Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL). Três das PCHs operadas pela empresa (Esmeril, Dourados e São Joaquim) foram repotenciadas entre 2001 e 2003. As PCHs Gavião Peixoto, Capão Preto e Chibarro estão em obras. Assim, a redução das emissões prevista para o período correspondente aos Créditos de Carbono obtidos pela CPFL por esse programa de repotenciação - no período de 2003 a 2012 - é de 189.600 toneladas de CO2 (estimado), sendo que o volume comercializado é de 112.000 toneladas de CO2 (estimado).
O Projeto de MDL estendido também a algumas Usinas Hidroelétricas, como é o caso da Ceran-Cia Energética Rio das Antas, em que uma das hidrelétricas - a UHE Monte Claro, com 130 MW de potência instalada - demonstra excelente relação potência gerada x área inundada, com possibilidade para geração de novos créditos de carbono. O programa deverá abranger, ainda, as UHEs Castro Alves e 14 de Julho, integrantes desse complexo, bem como a UHE Campos Novos. Só no Complexo Ceran, este Projeto contribuirá para a redução da emissão de 850 mil toneladas de CO2 e de outros GEEGases de Efeito Estufa.
Programa de neutralização
Será iniciado após amplo diagnóstico dos gases geradores do efeito estufa resultantes de suas atividades secundárias, em curso no edifício-sede da empresa, em Campinas (SP). A meta é emitir o mínimo possível mas, caso não seja possível, a compensação será feita por meio de outras alternativas como o plantio de árvores ou a manutenção de florestas em pé.
Redução de insumos
Com a intenção de aprimorar sua contribuição para a sustentabilidade, a CPFL Energia estabeleceu novas metas de redução de consumo de derivados de recursos naturais, como água, papel e a própria energia elétrica.
Também como parte da preocupação com o consumo consciente de produtos, o programa interno de coleta seletiva foi aprimorado, a partir de convênio firmado com uma cooperativa de reciclagem de Campinas. Além de fornecer o lixo separado para reciclagem, a CPFL Energia contribui para o aprimoramento da gestão da cooperativa e a capacitação de seus cooperados, de modo a que ela atue de forma mais eficiente.
[img01]Energia para o futuro
Como parte de sua visão ampla sobre a sustentabilidade e das próprias atribuições acompanhadas pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), a CPFL Energia quer ampliar sua contribuição para o desenvolvimento e uso de novas fontes de energia geradoras de eletricidade, como também o uso de produtos que utilizem energia de modo mais eficiente.
Uma das ações concretas nessa linha é o desenvolvimento do Projeto Veículo Elétrico, uma parceria CPFL, Itaipu e FIAT. Inicialmente, foram produzidos três veículos movidos a energia elétrica. Ainda em processo de aquisição estão quatro motocicletas elétricas Scooter, fabricadas pela montadora Bramount, na Zona Franca de Manaus, mais uma iniciativa para enfrentar ao aquecimento global.
Neste mesmo contexto, a CPFL Energia alinha seus programas de eficiência energética e lança um programa de substituição de geladeiras de comunidades de baixo poder aquisitivo, na Baixada Santista, por produtos mais eficientes em termos energéticos. Assim, os gases prejudiciais a atmosfera (CFC) dos equipamentos trocados terão manejo sustentável. Faz parte dos seus planos, também, a doação de 4 mil aquecedores solares - igualmente para comunidades de baixo poder aquisitivo - no interior de São Paulo. Em várias dessas comunidades, e especificamente em áreas de favelas, há tempos a empresa atua no sentido de reestruturar a distribuição local de eletricidade, visando o uso adequado pela população.
Programa de arborização envolve comunidades
A preservação da biodiversidade, sob grande ameaça em todo planeta, é um dos maiores desafios coletivos em sustentabilidade, no século 21. A CPFL Energia formulou um programa para a área associado à mitigação de suas atividades operacionais e à neutralização das emissões de carbono. É fundamentado em ampla distribuição de mudas de árvores nativas, na formação e manutenção de viveiros comunitários e no estímulo ao consumo de madeira certificada. A participação das comunidades locais, nas áreas geográficas de atuação da empresa, é essencial para a política de preservação da biodiversidade e ainda contribui para o desenvolvimento local e geração de renda.
Responsabilidade social corporativa
A premissa maior da CPFL Energia é a integração da Ética, Governança Corporativa e Sustentabilidade na sua gestão e planejamento estratégico, com relação aos programas específicos, além do Espaço Cultural a empresa também desenvolve outros direcionados ao desenvolvimento econômico, ambiental e social nas regiões onde a empresa atua. São três os principais programas nessa vertente:
Tear: Voltado para a sustentabilidade dos negócios de micro, pequenas e médias empresas. A idéia é fortalecer e aprimorar a gestão dessas empresas, por meio da transmissão de conhecimentos sistematizados em sustentabilidade e responsabilidade corporativa. O programa é realizado em parceria com o Instituto Ethos de Empresas e Responsabilidade Social e o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). No momento está em desenvolvimento um projeto-piloto com 10 empresas. O investimento previsto é de R$ 150 mil em três anos.
Conhecer e Crescer: Igualmente voltado para os negócios de micro, pequenas e médias empresas, por meio de informações disseminadas em seminários e workshops sobre sustentabilidade, nos quais o foco é a excelência na gestão e os princípios da Fundação Nacional da Qualidade. São parceiros do Programa: a Fundação Nacional da Qualidade, o SEBRAE, a HBR (Raverd Business Review), Instituto Ethos de Responsabilidade Social e são previstos investimentos na ordem de R$ 500 mil.
Revitalização de Hospitais Filantrópicos: Um dos grandes desafios para a área social no Brasil é a gestão mais eficiente no setor da saúde. A CPFL Energia contribui com o seu Programa de Revitalização de Hospitais Filantrópicos, que promove a transmissão de conhecimentos visando a gestão mais eficiente desses hospitais, situados nas áreas geográficas de atuação do grupo. Os hospitais filantrópicos beneficiados devem atender pelo SUS (Sistema Único de Saúde). No momento, há um projeto-piloto que envolve 19 hospitais nas regiões de Franca e Piracicaba, ambas no interior de São Paulo. Juntos, estes hospitais somam cerca de 900 leitos do SUS. O programa prevê a ampliação para mais duas regiões do Estado de São Paulo em 2008 e tem parceiros como o CEALAG (Centro de Estudo Augusto Leopoldo Ayrosa Galvão da Santa Casa de São Paulo), a UNESP de Botucatu e a FEHOSP (Federação das Santas Casas e Hospitais Beneficentes do Estado de São Paulo). São investidos cerca de R$ 900 mil ano.























