ajuda on-line
A um clique de distância
Há um ano, o Instituto Voluntários em Ação, uma ONG de Florianópolis, colocou em prática uma forma inovadora de pôr em contato instituições que precisam de voluntários e pessoas dispostas a ajudar. Trata-se do site Voluntários on-line
Anna Paula Buchalla*
Revista Veja – 21/10/2009
"É uma nova oportunidade de fazer trabalho voluntário pela internet", diz Fernanda Bornhausen Sá, idealizadora do site. Acima, detalhe do sistema de buscas do Voluntários em Ação.
Como funciona: o site indica organizações para as quais se pode fazer trabalho voluntário. São 362 entidades cadastradas, de onze estados brasileiros. O interessado pode refinar a sua busca tanto pelo estado em que fica a instituição como por sua respectiva área de atuação. O site também possibilita que se prestem serviços on-line para a entidade escolhida.
A quem se destina: a pessoas que querem ajudar uma instituição, mas não sabem por onde começar. Os serviços on-line são uma opção para quem não tem tempo de se deslocar até a organização.
Quantos voluntários já encaminhou: 7 000, em um ano de atuação.
Por que vale a pena recorrer a esse serviço: além do fato de direcionar a pessoa, o site faz o cadastro de instituições que dispõem de toda a documentação legal em ordem. Ou seja, são sérias e idôneas.
ESMOLA, NÃO!
No impulso, você pode até achar que está fazendo a coisa certa. Mas dar esmola não ajuda ninguém. Muito menos uma criança. Pode ter certeza: por trás da coitadinha, existe sempre um adulto malandro. "Agindo assim, o que se faz é tornar a criança cativa dessa exploração e estimular sua permanência nas ruas", afirma o juiz Elio Braz Mendes, diretor da área de infância e juventude da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB). A exploração de menores fere o Estatuto da Criança e do Adolescente e também é crime previsto no Código Penal. Quem presencia esse tipo de cena no farol ajuda mais se denunciar. Há duas formas de fazer isso:
• recorrendo ao Conselho Tutelar de seu município ou bairro, quando a criança estiver sozinha, sem adultos por perto, ou
• indo diretamente à polícia, caso perceba a presença de um adulto suspeito de explorar o menor
Sim, você deve estar pensando: "e adianta?". Talvez não, mas pelo menos você estará fazendo a coisa certa
*Com reportagem de Iracy Paulina
"É uma nova oportunidade de fazer trabalho voluntário pela internet", diz Fernanda Bornhausen Sá, idealizadora do site. Acima, detalhe do sistema de buscas do Voluntários em Ação.
Como funciona: o site indica organizações para as quais se pode fazer trabalho voluntário. São 362 entidades cadastradas, de onze estados brasileiros. O interessado pode refinar a sua busca tanto pelo estado em que fica a instituição como por sua respectiva área de atuação. O site também possibilita que se prestem serviços on-line para a entidade escolhida.
A quem se destina: a pessoas que querem ajudar uma instituição, mas não sabem por onde começar. Os serviços on-line são uma opção para quem não tem tempo de se deslocar até a organização.
Quantos voluntários já encaminhou: 7 000, em um ano de atuação.
Por que vale a pena recorrer a esse serviço: além do fato de direcionar a pessoa, o site faz o cadastro de instituições que dispõem de toda a documentação legal em ordem. Ou seja, são sérias e idôneas.
ESMOLA, NÃO!
No impulso, você pode até achar que está fazendo a coisa certa. Mas dar esmola não ajuda ninguém. Muito menos uma criança. Pode ter certeza: por trás da coitadinha, existe sempre um adulto malandro. "Agindo assim, o que se faz é tornar a criança cativa dessa exploração e estimular sua permanência nas ruas", afirma o juiz Elio Braz Mendes, diretor da área de infância e juventude da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB). A exploração de menores fere o Estatuto da Criança e do Adolescente e também é crime previsto no Código Penal. Quem presencia esse tipo de cena no farol ajuda mais se denunciar. Há duas formas de fazer isso:
• recorrendo ao Conselho Tutelar de seu município ou bairro, quando a criança estiver sozinha, sem adultos por perto, ou
• indo diretamente à polícia, caso perceba a presença de um adulto suspeito de explorar o menor
Sim, você deve estar pensando: "e adianta?". Talvez não, mas pelo menos você estará fazendo a coisa certa
*Com reportagem de Iracy Paulina