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Esperide Ananás e a Comunidade de Damanhur
A representante internacional da Comunidade de Damanhur, Esperide Ananás, conta um pouco da história e da dinâmica social da ecovila italiana que dirige e que foi considerada um exemplo de futuro sustentável pela ONU
Marcia Bindo*
Revista Vida Simples – 10/2009
[img01] Como surgiu a comunidade?
Em 1975, a partir de um pequeno grupo de amigos que queriam reviver os princípios que norteavam o homem do Renascimento, quando a arte, a razão e a espiritualidade ainda se achavam unidas. A partir do século 16, essa visão do mundo como unidade foi perdida. Hoje Damahaur é uma comunidade de 700 pessoas com princípios éticos, ecológicos e espirituais que vivem essa realidade de maneira mais integrada e participativa.
Como é feita a organização social?
Vivemos em "famílias" de 20 pessoas, onde convive gente de várias idades: velhos, casais com filhos, jovens, como as famílias de antigamente. A diferença é que não somos unidos por laços de sangue, mas por uma visão comum do mundo e da vida. Procuramos preservar valores éticos, uma vida economicamente sustentável e uma alimentação saudável. Temos nossa própria moeda, chamada de "crédito", e todos são estimulados a se expressar artisticamente.
Como os atritos são ultrapassados?
Quando duas pessoas discutem - e nós, italianos, brigamos muito -, uma terceira pessoa é chamada a ajudar a resolver o impasse. De qualquer forma, quem briga é convidado a fazer isso fora dos limites da comunidade, para não perturbar a paz dos outros.
*Leandro Sarmatz, Liane Alves, Edu Petta, Marcia Bindo, Mariana Del Grande e Rafael Tonon
[img01] Como surgiu a comunidade?
Em 1975, a partir de um pequeno grupo de amigos que queriam reviver os princípios que norteavam o homem do Renascimento, quando a arte, a razão e a espiritualidade ainda se achavam unidas. A partir do século 16, essa visão do mundo como unidade foi perdida. Hoje Damahaur é uma comunidade de 700 pessoas com princípios éticos, ecológicos e espirituais que vivem essa realidade de maneira mais integrada e participativa.
Como é feita a organização social?
Vivemos em "famílias" de 20 pessoas, onde convive gente de várias idades: velhos, casais com filhos, jovens, como as famílias de antigamente. A diferença é que não somos unidos por laços de sangue, mas por uma visão comum do mundo e da vida. Procuramos preservar valores éticos, uma vida economicamente sustentável e uma alimentação saudável. Temos nossa própria moeda, chamada de "crédito", e todos são estimulados a se expressar artisticamente.
Como os atritos são ultrapassados?
Quando duas pessoas discutem - e nós, italianos, brigamos muito -, uma terceira pessoa é chamada a ajudar a resolver o impasse. De qualquer forma, quem briga é convidado a fazer isso fora dos limites da comunidade, para não perturbar a paz dos outros.
*Leandro Sarmatz, Liane Alves, Edu Petta, Marcia Bindo, Mariana Del Grande e Rafael Tonon