BOTTLEMANIA
Elisabeth Royte: mensagem na garrafa
Espantada com a quantidade de pessoas que bebem água mineral em garrafas PET, a jornalista americana Elizabeth Royte escreveu o livro “Bottlemania”, com dicas para quem quer largar esse hábito insustentável
Certo dia, durante um passeio pelas ruas de Nova York, a jornalista americana Elizabeth Royte fi cou estarrecida ao perceber a quantidade de pessoas que bebiam água em garrafas de plástico (PET) pra cima e pra baixo. Foi pesquisar o assunto e descobriu um problema enorme desse modismo: a produção das garrafas consome muita energia e cria resíduos sólidos difíceis de decompor.
Para ela, o consumo de água de garrafa virou um status. As pessoas bebem assim por comodidade. Ela lançou um livro nos EUA (Bottlemania, algo como “Garrafamania”) para alertar a população sobre o assunto e mostrar que existe uma forma muito fácil de reverter o quadro, uma vez que a água é um recurso que sai pelas nossas torneiras: tornar a água da nossa casa tão boa quanto a das fontes usando filtros e, na hora de sair de casa, encher sempre a mesma garrafa para levar por aí.
Certo dia, durante um passeio pelas ruas de Nova York, a jornalista americana Elizabeth Royte fi cou estarrecida ao perceber a quantidade de pessoas que bebiam água em garrafas de plástico (PET) pra cima e pra baixo. Foi pesquisar o assunto e descobriu um problema enorme desse modismo: a produção das garrafas consome muita energia e cria resíduos sólidos difíceis de decompor.
Para ela, o consumo de água de garrafa virou um status. As pessoas bebem assim por comodidade. Ela lançou um livro nos EUA (Bottlemania, algo como “Garrafamania”) para alertar a população sobre o assunto e mostrar que existe uma forma muito fácil de reverter o quadro, uma vez que a água é um recurso que sai pelas nossas torneiras: tornar a água da nossa casa tão boa quanto a das fontes usando filtros e, na hora de sair de casa, encher sempre a mesma garrafa para levar por aí.