não aos transgênicos
Greenpeace protesta contra arroz transgênico
Com máscaras do rosto da ministra Dilma Roussef e faixas de protesto, o Greenpeace interrompeu, hoje, a reunião da CTNbio, em Brasília, para impedir a liberação da produção de arroz transgênico no Brasil. Em homenagem ao Dia Internacional da Alimentação, comemorado em 16 de outubro, a ONG ainda realizará, a partir de amanhã, atividades de conscientização sobre os impactos dos nossos hábitos alimentares
Débora Spitzcovsky
Planeta Sustentável - 15/10/2009
Atualmente, o Brasil planta três culturas transgênicas em seu território – soja, algodão e milho – e caminha para a liberação do cultivo de um quarto produto geneticamente modificado: o arroz. Para impedir, ativistas do Greenpeace protestaram hoje, em Brasília, durante uma reunião da CTNBio – Comissão Técnica Nacional de Biossegurança, o órgão brasileiro responsável pela liberação de transgênicos no país, que é presidido pela ministra da Casa Civil, Dilma Roussef.
O cargo dá a Dilma o poder de vetar, ou não, qualquer pedido da indústria de transgênicos para a liberação de novas culturas e foi por isso que a ministra foi o foco da manifestação da ONG. Com máscaras que reproduziam seu rosto, além de faixas de protesto que diziam “Dilma, veneno no meu prato não” e de potinhos de arroz doce feito com arroz vermelho para representar o alimento transgênico, os ativistas conseguiram adiar a votação para a liberação do cultivo do arroz geneticamente modificado no país.
Rafael Cruz, coordenador da campanha de transgênicos do Greenpeace, explicou o motivo do protesto: até agora, nenhum país, no mundo, consome arroz transgênico e os brasileiros seriam cobaias desse novo tipo de alimentação, caso a produção desse grão seja realmente liberada no país.
O Greenpeace ainda promoveu uma petição contra a liberação do cultivo do arroz transgênico, que contou com a assinatura de mais de 20 mil pessoas da sociedade civil.
COMIDA SAUDÁVEL
Em comemoração ao Dia Internacional da Alimentação, comemorado no dia 16 de outubro, a ONG realizará, de 16 a 18 de outubro, em Belo Horizonte, Manaus, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador, São Paulo e Brasília, atividades de conscientização sobre os impactos dos nossos hábitos alimentares no meio ambiente.
Entre as atividades, uma feira de orgânicos e um jogo de dados gigantes, que, entre outras coisas, incentiva a população a comprar alimentos livres de transgênicos, consumir peixes capturados de forma sustentável e, ainda, evitar o consumo de carne de áreas desmatadas. Para conferir a programação completa, clique aqui.
Leia também:
E os lucros secaram...
Mulheres contra os transgênicos
Para entender os transgênicos
Alimentos transgênicos
*Greenpeace
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O cargo dá a Dilma o poder de vetar, ou não, qualquer pedido da indústria de transgênicos para a liberação de novas culturas e foi por isso que a ministra foi o foco da manifestação da ONG. Com máscaras que reproduziam seu rosto, além de faixas de protesto que diziam “Dilma, veneno no meu prato não” e de potinhos de arroz doce feito com arroz vermelho para representar o alimento transgênico, os ativistas conseguiram adiar a votação para a liberação do cultivo do arroz geneticamente modificado no país.
Rafael Cruz, coordenador da campanha de transgênicos do Greenpeace, explicou o motivo do protesto: até agora, nenhum país, no mundo, consome arroz transgênico e os brasileiros seriam cobaias desse novo tipo de alimentação, caso a produção desse grão seja realmente liberada no país.
O Greenpeace ainda promoveu uma petição contra a liberação do cultivo do arroz transgênico, que contou com a assinatura de mais de 20 mil pessoas da sociedade civil.
COMIDA SAUDÁVEL
Em comemoração ao Dia Internacional da Alimentação, comemorado no dia 16 de outubro, a ONG realizará, de 16 a 18 de outubro, em Belo Horizonte, Manaus, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador, São Paulo e Brasília, atividades de conscientização sobre os impactos dos nossos hábitos alimentares no meio ambiente.
Entre as atividades, uma feira de orgânicos e um jogo de dados gigantes, que, entre outras coisas, incentiva a população a comprar alimentos livres de transgênicos, consumir peixes capturados de forma sustentável e, ainda, evitar o consumo de carne de áreas desmatadas. Para conferir a programação completa, clique aqui.
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