Segundo informou Hayes, apesar de admitir que seus números possivelmente estão defasados, são 3.375 unidades certificadas no mundo pelo LEED contra 201.399 pelo BREEAM. Ainda assim, ele ainda é desconhecido na América do Sul, o que é perfeitamente justificável, visto que ainda não é aplicável por aqui.
O BREEAM é feito sob medida para melhorar a prática de sustentabilidade das edificações de cada país e é dividido por tipo. Poderá existir, por exemplo, a categoria “varejo Brasil”. Por ser um território de dimensões continentais, e, portanto, de diferentes características (entre elas, o clima) a versão brasileira ganhará modalidades por região. O BREEAM já está sendo desenvolvido nos moldes da América do Sul. “Será ótimo para o Brasil. É uma grande oportunidade para a Copa de 2014, as Olimpíadas de 2016 e o PAC de habitação”, disse o diretor.
Além dos prédios, é possível orientar também o planejamento urbano de bairros que irá considerar o transporte, o tempo, as edificações, entre outros aspectos. O objetivo é tornar a vivência, ali, mais prazerosa. O modelo foi adotado em um bairro de Amsterdã, na Holanda.
Para mostrar a seriedade da proposta, Hayes, disse, ainda, que o BRE pretende ter um espaço na cidade do Rio de Janeiro, mais precisamente, um Centro de Inovação e Tecnologia de Baixo Carbono. Parece animador. Resta saber se as obras dos grandes eventos que estão pro vir irão fazer uso dessas tecnologias verdes. O que você acha?
* BRE Limited
* BREEAM
* LEED