Reforma no governo

Não, infelizmente, ninguém vai varrer os “políticos insustentáveis” de Brasília, mas pelo menos os prédios em que eles trabalham serão reformados. A ideia é do presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (Cbic)*, Paulo Simão, que apresentou o projeto nessa quarta-feira, durante o seminário Construções Sustentáveis para uma Nova Economia, da I Jornada sobre Mudanças Climáticas e Consumo Sustentável.
A “reforma verde” proposta por Simão planeja restaurar os 16 prédios da Esplanada dos Ministérios com técnicas de construção sustentável, que reduzem o consumo de água e energia e, ainda, diminuem as emissões de gases do efeito estufa.
O projeto é muito bom, mas custa caro. Para sair do papel, a “reforma verde” deve custar R$1,6 bilhão, financiados por uma parceria público privada. Simão, no entanto, já pensou em tudo e garante que o governo consegue bancar a ideia com o dinheiro que vai economizar no consumo de água e energia reduzidos.
A ação já foi apresentada e aprovada por várias instituições, como, por exemplo, a
Organização Internacional do Trabalho (OIT). Além disso, o próprio presidente da República simpatizou com a ideia. Mas, para ser realmente aprovado, o projeto precisa passar, ainda, pelo
Ministério do Planejamento e pelo
Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).
Você acha que a iniciativa consegue sair do papel?
*Foto de João Raposo
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Cbic
Comentários
23/05/2009 às 16:18Luiz Domingos de Luna - diz:A ÉTICA DOS PODEROSOS Enquanto nós brasileiros pagamos honestamente os nossos impostos, políticos inescrupulosos se aliam aos empresários, donos de grandes empreiteiras para construírem edifícios de areia. Que servem somente para mostrar, o descaso, a inoperância, a incompetência de um estado que gasta muito e gasta mal.Até Quando ? Quando esta violência contra o povo brasileiro, terá enfim, um fim ?Não podemos ser um país de faz de contas, pois é muito prejuízo, primeiro: uma política urbana elitista, voltada para o bem estar dos grandes empreiteiros, segundo: superfaturamento de obras, terceiro: prédios feitos com material de última classe, após a burocracia e o torramento do dinheiro público, finalmente o prédio é erguido com material de péssima qualidade, quando a estrutura física já dá sinais de queda, uma porção de miseráveis sem ter onde morar vão tentar viver no local que foi o canteiro do desperdício do dinheiro publico. É uma vergonha nacional, são chutados, como vagabundos ou drogados, sem nenhum respeito ao ser humano. Qual a serventia destes prédios superfaturados? Uma estrutura rachada vai servir para que? Porque os sem tetos não podem ocupar a sobra de um estado gastador e gastador de péssima qualidade. Até quando temos que suportar este descaso.Cadê a política de moradia voltada para o bem estar do homem simples e humilde, - Sem rendas ?. Chega de Demagogia barata. O País precisa de seriedade política urgente. E, principalmente respeito para com os mais humildes (Sem rendas) e que são apenas, subproduto de uma política voltada para o bem estar dos poderosos.A repostagem citar a fonte e o im