Pelo fim do cigarro em locais fechados

De acordo com o artigo 2º, da lei 9294 de 1996:
É proibido o uso de cigarros, cigarrilhas, charutos, cachimbos ou de qualquer outro produto fumígero, derivado ou não do tabaco,
em recinto coletivo, privado ou público,
salvo em área destinada exclusivamente a esse fim, devidamente isolada e com arejamento conveniente. (vulgo fumódromos)*
Há um ano, o Ministério da Saúde encaminhava à Casa Civil um projeto de lei que pretendia retirar a salvaguarda aos fumódromos, de modo que fosse proibido fumar em locais coletivos fechados. Ponto. Sem exceções.
Uma
reportagem do dia 13 de fevereiro de 2008, no jornal O Estado de S. Paulo, dizia que o projeto seria encaminhado com urgência. No entanto, nesta segunda-feira,
o mesmo jornal nos lembra que a iniciativa ainda não foi encaminhada ao Congresso.
Enquanto isso, outros dois projetos sobre o assunto tramitam no Senado – o do senador Tião Viana (PT – AC), contra os fumódromos, e o do senador Romero Jucá (PMDB – RR) a favor dessas áreas para fumantes. Segundo o Estadão, caberá à senadora Marina Silva (PT-AC) fazer a relatoria dos projetos, contra as áreas restritas em locais coletivos fechados.
Nesta semana, uma lei estadual que proíbe de vez o fumo em lugares públicos – abertos e fechados – deve ser votada em São Paulo. Resta saber se hotéis, restaurantes, bares e a própria indústria tabagista não vão dar o seu jeitinho mais uma vez...
E você, o que acha do fim dos fumódromos em lugares coletivos? Dê sua opinião
aqui.
*Parênteses e negritos da redação
Comentários
11/04/2009 às 15:20Hélio - diz:Os fumantes são a minoria, um terço da população. Não se justifica a preocupação dos proprietários de restaurante temendo uma queda nos negócios.Não sou fumante e evitava frequentar restaurantes justamente por causa do cigarro. Embora existiam área para fumantes, a fumaça era desobediente e invadia todo o espaço. Agora que não existe mais essa estúpida separação de fumantes e não fumantes, voltei a frequentar restaurantes.
11/04/2009 às 15:20Hélio - diz:Os fumantes são a minoria, um terço da população. Não se justifica a preocupação dos proprietários de restaurante temendo uma queda nos negócios.Não sou fumante e evitava frequentar restaurantes justamente por causa do cigarro. Embora existiam área para fumantes, a fumaça era desobediente e invadia todo o espaço. Agora que não existe mais essa estúpida separação de fumantes e não fumantes, voltei a frequentar restaurantes.
11/04/2009 às 15:21Hélio - diz:Os fumantes são a minoria, um terço da população. Não se justifica a preocupação dos proprietários de restaurante temendo uma queda nos negócios.Não sou fumante e evitava frequentar restaurantes justamente por causa do cigarro. Embora existiam área para fumantes, a fumaça era desobediente e invadia todo o espaço. Agora que não existe mais essa estúpida separação de fumantes e não fumantes, voltei a frequentar restaurantes.
11/04/2009 às 15:22Hélio - diz:Os fumantes são a minoria, um terço da população. Não se justifica a preocupação dos proprietários de restaurante temendo uma queda nos negócios.Não sou fumante e evitava frequentar restaurantes justamente por causa do cigarro. Embora existiam área para fumantes, a fumaça era desobediente e invadia todo o espaço. Agora que não existe mais essa estúpida separação de fumantes e não fumantes, voltei a frequentar restaurantes.
11/04/2009 às 15:23Hélio - diz:Os fumantes são a minoria, um terço da população. Não se justifica a preocupação dos proprietários de restaurante temendo uma queda nos negócios.Não sou fumante e evitava frequentar restaurantes justamente por causa do cigarro. Embora existiam área para fumantes, a fumaça era desobediente e invadia todo o espaço. Agora que não existe mais essa estúpida separação de fumantes e não fumantes, voltei a frequentar restaurantes.