Estar em rede é fundamental
No post anterior, a Mara comentou da dificuldade que enfrentou com a amamentação e o início da alimentação da Bia, filha dela. Como tantas mulheres, Mara se sentiu sozinha, sem entender o que estava vivendo, sem informação e sem o apoio de pessoas que partilhassem as mesmas angústias.
Todo mundo sabe que a gravidez e o pós-parto são momentos muito intensos pra nós, mulheres. Nos afetos e nos hormônios! E na realidade pouco sustentável em que vivemos, somos, muitas vezes, atropeladas pela ditadura dos planos de saúde, por informações desencontradas, por médicos invasivos, por propagandas enganosas.
As alternativas que tenho encontrado pra fazer valer a minha vontade - o que julgo melhor pra mim, pro meu filho e pro nosso mundo - devo à mulherada do
Gama e da
Matrice, de que já falei por aqui. Tive a sorte de partilhar minhas vontades com quem conhece o caminhos das pedras. Fui aceita como mais um nó - que recebe o apoio e as informações que tenta passar adiante - destas redes de mulheres porretas.
Em tempo, tem gente séria falando sobre redes
por aí e um
texto do Planeta sobre a importância da articulação em rede para a sustentabilidade.
Comentários
05/05/2009 às 12:49Fabiano - diz:Realmente isto é fundamental