- com muitas possibilidades de efeito colateral, as vacinas ainda podem debilitar o sistema imunológico, tornando o corpo da criança mais suscetível a outras infecções;
- vacinas contêm substâncias tóxicas como mercúrio, formol e alumínio;
- fabricantes de vacinas têm direito a confidencialidade, o que, a meu ver, é absurdo;
- e outros que você encontra aqui, aqui, aqui e aqui.
Eu e o Sergio decidimos vacinar o Lucas por uma questão de saúde pública. Doenças como a poliomielite estão erradicadas no Brasil desde 1994 graças à vacinação. Não gostaríamos de arriscar a volta dessa doença, nem sermos agentes da proliferação de outras.
É provável, aliás, que o Lucas não ficasse doente sem a vacina pois temos boas condições de moradia, com serviço de esgoto e água potável, e o privilégio de contar com boa assitência médica. Mas como ficariam as populações carentes, que vivem em condições precárias, em uma epidemia de polio? Não sei pra vocês, mas pra gente, vacinar é uma questão coletiva.